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Os
meses de férias podem ser sinônimo de dor de cabeça, não apenas de
sol e mar. A gatunagem aumenta nessa época do ano, mostram as estatísticas
das seguradoras, pois muitas casas ficam vazias, e poucos podem pagar
por sofisticados sistemas de segurança."As indenizações por
roubo crescem 20% em janeiro, em São Paulo", diz Kátia Weber,
superintendente de seguros da Credicard. Desde 1990 a Credicard tem hoje
40 mil residências seguradas. "As indenizações por roubo
correspondem a 26% do total de sinistros da carteira", diz Kátia.
Na Porto Seguro, o volume de indenizações por roubo a residências
dobra de dezembro a fevereiro, segundo o gerente da área, Adilson Neri
Pereira. Por conta do aumento da insegurança, o número de apólices
para cobertura de residências não pára de crescer. "Nos últimos
anos, a demanda foi multiplicada por dez", diz José Ferreira
Neves, da comissão de riscos patrimoniais da Fenaseg (Federação
Nacional das Seguradoras). Hoje é possível fazer um seguro para imóveis
entre R$ 30 mil e R$ 500 mil, proteger seu patrimônio de riscos e
intempéries é uma forma de investimento e não custa caro. Os preços
variam de R$ 20 mensais, em 11 vezes, a R$ 250, dependendo do valor do
imóvel.O ministro do Superior Tribunal Militar, Eduardo Pires Gonçalves,
livrou-se de um prejuízo de R$ 45 mil quando um raio caiu sobre sua
mansão em Brasília, graças a um seguro contratado por insistência do
gerente do banco. "Guardei a apólice no cofre e esqueci
dela", diz. Gonçalves pagou 11 parcelas de R$ 51,73, totalizando
R$ 569,03. |
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Atualmente as mulheres representam mais de 40% dos correntistas. E estão avançando sobre o mercado financeiro, antes um feudo masculino até a ponta do bigode. Em dois anos, a proporção de investidoras cresceu de 8% para 21%. Atento ao crescimento do mercado feminino, foi lançado dez meses atrás o Seguro Mulher, que combina seguro de vida com seguro para qualquer câncer. Hoje, 51% dos cartões de crédito estão em nome de mulheres, e elas consomem tantos produtos dos bancos quanto os homens. O administrador de empresas Alan Wilson, recebe o salário e, ato contínuo, deposita tudo na conta corrente da mulher, Valéria, gerente de marketing, ela lhe dá uma mesada fixa, em dinheiro vivo, para pequenos gastos. Com o restante, paga as contas e os impostos, faz investimentos financeiros, cuida da manutenção da casa e dos carros — no mês passado, saiu da concessionária com um Mercedes Classe A novinho. “Quando casamos, há três anos, decidimos que eu controlaria o dinheiro porque sou mais rigorosa”, justifica a organizadíssima Valéria. |
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A Negócios corretora de seguros esta investindo em meios digitais para atingir um público pré – determinado através de contratos com empresas e associações, assim ela pretende eliminar a figura do corretor tradicional e repassar ao cliente, descontos que seriam a comissão deste, com isso será possível adquirir seguros com melhores preços. A Negócios também oferece um serviço personalizado, com assistência 24 horas. |
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O
enredo é cinematográfico: um comerciante endividado simula um assalto,
tem a mão decepada por um amigo e vai até a polícia registrar o falso
crime para requerer mais tarde a bolada do seguro-invalidez. Em tese, o
golpe não pode falhar, já que ninguém cortaria a própria mão por
dinheiro algum do mundo. Na prática, o que houve foi uma sucessão
impressionante de erros e contradições através dos quais a polícia o
desmascarou. Na semana passada, antes de ser descobertos, o empresário
paulista Sebastião José Rodrigues, de 31 anos, e sua mulher, Claudia
Rodrigues, grávida de cinco meses, ainda passaram 24 horas como
exemplos de vítimas da violência incontrolável de São Paulo. Sebastião
Rodrigues arquitetou a história durante quatro meses. Dela fazia parte
o horripilante decepamento de sua mão esquerda, cortada 10 centímetros
acima do pulso, num golpe certeiro de machado. No fim, o empresário
ficou sem a mão e sem o dinheiro do seguro. Dono de uma empresa de
compra e venda de telefones e com uma dívida de 700.000 reais, havia
meses ele se escondia dos credores. Desde então só pensava em se
matar. Resolveu fazer três apólices de seguro que pagariam 900.000
reais em caso de morte ou 500.000 reais se constatada sua invalidez
permanente. Quando soube que seria pai pela segunda vez, desistiu do
suicídio e decidiu pela amputação, mesmo sem saldar toda a dívida.
“Eu dizia para ele: não corta a mão, corta qualquer outra coisa. Mão
a gente usa muito”, conta sua mulher. Quando resolveu forjar o roubo
no qual haveria o uso do machado, Sebastião chamou o colega Antonio
Silva, o “Lilico”, para fazer o papel do assaltante. A ele pagou 300
reais e ainda emprestou o próprio carro para o roubo. Na
quarta-feira à noite, Sebastião saiu a pé com a mulher com a desculpa
de comprar sorvete perto de sua casa, no bairro da Água Rasa, Zona
Leste de São Paulo. À polícia disse que levava 800 reais no bolso,
mas mesmo assim sacou outros 20 reais no caixa eletrônico. Ao sair,
teria sido abordado por três assaltantes, que levaram o dinheiro e
ainda lhe cortaram a mão para roubar a aliança. Sebastião foi levado
para o hospital e a polícia, acionada para investigar. O delegado
Osvaldo Nico Gonçalves, do departamento de investigações sobre crimes
patrimoniais, lista as evidências da fraude: •
que bandido leva um machado para assaltar alguém? •
ele foi comprar sorvete às 11 horas da noite numa temperatura de 13
graus; •
os bombeiros o encontraram com uma toalha, trazida não se sabe de onde,
enrolada no pulso decepado; •
em sua casa, foram encontradas as contas de luz e água e a prestação
do carro, todas atrasadas.Só as parcelas dos seguros estavam em dia; •
o saque de 20 reais serviu de álibi para provar a ida ao caixa eletrônico,
forçada pelos assaltantes. |
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Pronta
para engatar carreira-solo, Suzana Alves, a Tiazinha, 20 anos, afia o
chicote como a heroína da série de episódios de dez minutos na
Bandeirantes.
Precisar, não precisa, mas em As Aventuras de Tiazinha a mascarada
mocinha até fala — pouco, mas fala. Também voa e lança raios pelo
chicote. “Quero mostrar que tenho outros valores”, explica. Por via
das dúvidas, Suzana resolveu garantir o patrimônio: fez um seguro do
corpo inteiro, no valor de 2 milhões de reais. Agora, é rebolar para
capturar os bandidões. |
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A
Associação Médica do Rio Grande do Sul elaborou um manual para seus sócios
se precaverem de processos por erro médico, com orientações que
chocaram alguns especialistas no assunto.Também há companhias de
seguro oferecendo planos especiais de cobertura para os médicos. Uma
delas, já tem 400 clientes. O segurado paga 158
reais por mês e, se for processado, tem direito a 130.000 reais para
pagar indenizações e honorários do advogado. Nos Estados Unidos, o medo de processos judiciais tornou-se uma autêntica
paranóia entre os médicos. Setenta por cento dos ginecologistas e
obstetras americanos — área mais visada — já foram processados
pelo menos uma vez. Há casos de profissionais que foram condenados a
pagar milhões de dólares em indenizações. Essa indústria de
processos tornou-se um filão para as seguradoras. Todo médico ou
hospital tem seu plano de seguro para se prevenir contra a falência no
caso de ser condenado a pagar uma indenização milionária. “Lá, o
medo de processos é tão generalizado que ninguém cria nem improvisa
nada”, afirma o médico mineiro Randas Vilela Batista, que se tornou
mundialmente famoso por inventar uma cirurgia que retira um naco do músculo
cardíaco para curar determinadas doenças. “Nos Estados Unidos, ninguém
teria coragem de fazer uma cirurgia como essa pela primeira vez”,
conta Randas. “O risco de sofrer um processo, caso algo saísse
errado, seria grande demais.” |
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Uma
das maiores seguradoras do país fez um levantamento dos melhores
sistemas antifurto para carro. Veja quais são eles (por ordem de eficiência) 1º
Bloqueador a distância Preço
médio: 400 reais (instalação) e 30 reais (mensalidade) 2º
Código da chave Preço médio: A partir de 90 reais, conforme o veículo 3º
Trava de câmbio ou de freio Preço
médio: 160 reais |
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Fazer um seguro é algo que pais previdentes devem considerar, se quiserem evitar que seus filhos deixem de estudar caso invalidez ou morte aconteçam antes da formação da poupança. Tanto um seguro de vida comum quanto um seguro educação devem ser feitos como complemento à poupança. "A pessoa tem de ter claro que o seguro só paga a escola do filho se ela morrer. Isolado, vale para quem tem uma certa idade, não tem como poupar, não tem sobras ou, simplesmente, quer curtir a vida", diz Dilma Barbosa Lima, diretora de fundos para pessoa física do BankBoston. O seguro deve ser contratado em paralelo à aplicação. Se o objetivo hoje for reunir R$ 50 mil em dez anos, o seguro deve ser feito nesse valor. Na renovação anual da apólice, o valor pode ser reduzido, uma vez que uma parcela dos recursos já foi garantida pela aplicação, diminuindo o valor pago mensalmente. As características do seguro educação variam de acordo com a instituição que o oferece. Se quiser, pode contratar cobertura extra para auxílio desemprego e acidentes pessoais. O
montante segurado é calculado de acordo com o valor das mensalidades
escolares, nos limites de R$ 70 a R$ 800. Em caso de morte ou invalidez
total do segurado, é aberta uma conta poupança em nome do beneficiário
em que será depositado o valor de uma mensalidade por mês, mediante a
comprovação de freqüência na escola. O resgate pode ser total quando
o aluno concluir o ensino médio ou atingir a maioridade (21 anos). O
valor do seguro é corrigido pelo índice da poupança. |
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A ASTEC,
Associação dos técnicos em contabilidade do estado do Ceará, firma uma parceria com a Negócios
corretora de seguros, assim ela pode oferecer
descontos e serviços especiais aos seus associados, familiares e
indicados na hora de contratar um seguro. Para brindar a parceria a Negócio
lançou um seguro de vida, em parceria com a seguradora AGF, para os
associados da ASTEC com um prêmio
de R$ 5.000,00 ao custo de R$ 1,50 por mês. |